Neste ultimo sábado, dia 24 de julho, Camille, uma ativista do movimento LGBTT de Campinas, foi encontrada pela polícia de calcinha com o corpo desfigurado de agressões à paulada, quando estava sendo jogada por um homem em uma valeta próxima da linha do trem de Campinas. Ela foi levada como indigente ao Hospital Municipal Mário Gatti, onde entrou em processo de morte cerebral e acabou falecendo na terça-feira (27/07).
Contudo, esse ato de tremenda brutalidade não foi uma ação isolada, é sim o reflexo de uma estrutura social e de produção que se alicerça nas celulas familiares patriarcais, na qual a mulher é oprimida e explorada sendo relegada ao embrutecimento nas tarefas domesticas, tão necessárias à reprodução da força de trabalho, e onde a homossexualidade é uma afronta aos padrões de sexualidade da estrutura familiar. Assim, o Estado, ao defender os interesses da classe dominante, legitima essa opressão, negando a população os direitos democráticos mais elementares, como a legalidade do aborto, não permitindo à mulher decidir sobre seu próprio corpo e o casamento entre homossexuais. Também, se aliando a Igreja, como no caso do acordo Brasil-Vaticano, na qual é conivente com a morte de milhares de mulheres por abortos clandestinos e condenando os homossexuais, privando-os de exercerem a sua sexualidade livremente. Também essa estrutura machista, racista e homofóbica se reflete nas universidades, com os regulares estupros às estudantes, os trotes violentos, a falta de moradia e creches para as mães, estudantes e trabalhadoras, entre vários outros exemplos que poderíamos citar de opressão que ocorrem nas universidades.
Por tanto, o Centro Acadêmico de Ciências Humanas (CACH), vem por meio dessa moção manifestar seu total repudio a todas as formas de opressão, se incorporando ao ato que acontecerá dia 07 de agosto em Campinas, em protesto ao assassinato de Camille e aos recorrentes casos de violência que ocorrem na cidade.
Pela punição dos agressores.
Contra a perseguição da Igreja aos homossexuais!
Pela livre expressão da sexualidade!
Exigimos igualdade de direitos democráticos para os LGBTT!
Contudo, esse ato de tremenda brutalidade não foi uma ação isolada, é sim o reflexo de uma estrutura social e de produção que se alicerça nas celulas familiares patriarcais, na qual a mulher é oprimida e explorada sendo relegada ao embrutecimento nas tarefas domesticas, tão necessárias à reprodução da força de trabalho, e onde a homossexualidade é uma afronta aos padrões de sexualidade da estrutura familiar. Assim, o Estado, ao defender os interesses da classe dominante, legitima essa opressão, negando a população os direitos democráticos mais elementares, como a legalidade do aborto, não permitindo à mulher decidir sobre seu próprio corpo e o casamento entre homossexuais. Também, se aliando a Igreja, como no caso do acordo Brasil-Vaticano, na qual é conivente com a morte de milhares de mulheres por abortos clandestinos e condenando os homossexuais, privando-os de exercerem a sua sexualidade livremente. Também essa estrutura machista, racista e homofóbica se reflete nas universidades, com os regulares estupros às estudantes, os trotes violentos, a falta de moradia e creches para as mães, estudantes e trabalhadoras, entre vários outros exemplos que poderíamos citar de opressão que ocorrem nas universidades.
Por tanto, o Centro Acadêmico de Ciências Humanas (CACH), vem por meio dessa moção manifestar seu total repudio a todas as formas de opressão, se incorporando ao ato que acontecerá dia 07 de agosto em Campinas, em protesto ao assassinato de Camille e aos recorrentes casos de violência que ocorrem na cidade.
Pela punição dos agressores.
Contra a perseguição da Igreja aos homossexuais!
Pela livre expressão da sexualidade!
Exigimos igualdade de direitos democráticos para os LGBTT!
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